Prepare-se para enfrentar o LEÃO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Encaminhamos matéria veiculada no Informativo FECOMÉRCIO, em 05/07/2010, sobre orientações a fim de evitar problemas com o Fisco:
1. O QUE SERÁ CRUZADO:
Todos devem começar a acertar a sua situação com o Leão, pois neste ano o Fisco começa a cruzar mais informações, e no máximo em dois anos estará cruzando praticamente tudo. As informações que envolvam CPF ou CNPJ serão cruzadas on-line com:
DETRANS: Registro de propriedade de veículos, motos, barcos, Jet-skis, etc.;
BANCOS: cartões de crédito, débito, aplicações, movimentações, financiamentos;
EMPRESAS EM GERAL: Além das operações já rastreadas (Folha de pagamentos, FGTS, INSS, IRRF, etc.), passam a ser cruzadas as operações de compra e venda de mercadorias e serviços em geral, incluídos os básicos (luz, água, telefone, saúde), bem como os financiamentos em geral. Tudo através da Nota Fiscal Eletrônica. Tudo isso nos âmbitos Municipal, Estadual e Federal, amarrando pessoa física e pessoa jurídica através destes cruzamentos e podendo, ainda, fiscaliza os últimos 5 (cinco) anos.
2. MODERNIDADE DO SISTEMA:
Este sistema é um dos mais modernos e eficientes já construídos no mundo, e logo estará operando por inteiro. Só para se ter uma idéia, as operações relacionadas com cartão de crédito e débito foram cruzadas em um pequeno grupo de empresas varejistas no fim do ano passado, e a grande maioria deles sofreram autuações enormes, pois as informações fornecidas pelas operadoras de cartões ao fisco (que são obrigados a entregar a movimentação), não coincidiram com as declaradas pelos lojistas.
Este cruzamento das informações deve, em breve, se estender a um número muito maior de contribuintes, pois o resultado foi “muito lucrativo” para o governo.
3. FOCO NAS EMPRESAS DO SIMPLES:
Sua empresa é optante do Simples Nacional? Veja esta curiosidade inquietante:
TRIBUTAÇÃO PELO LUCRO REAL: Maioria das empresas de grande porte. Representam apenas 6% das empresas do Brasil e são responsáveis por 85% de toda arrecadação nacional;
TRIBUTAÇÃO PELO LUCRO PRESUMIDO: Maioria das empresas de pequeno e médio porte. Representa 24% das empresas do Brasil e são responsáveis por 9% de toda arrecadação nacional;
TRIBUTAÇÃO PELO SIMPLES NACIONAL: 70% das empresas do Brasil e respondem por apenas 6% de toda arrecadação nacional. OU SEJA, é nas empresas do SIMPLES que o FISCO vai focar seus esforços, pois é nela onde se concentra a maior parte da informalidade, leia-se, sonegação!
4. INFORMALIDADE DEVERÁ DIMINUIR:
Acredita-se que muito em breve, a prática da informalidade tende a diminuir muito! A recomendação é de que as empresas devem se esforçar cada vez mais no sentido de ir acertando os detalhes que faltam para minimizar problemas com o FISCO.
5. SUPERCOMPUTADOR T-REX E SISTEMA HARPIA:
A Receita Federal passou a contar com o T-Rex, um supercomputador que leva o nome do devastador Tiranossauro Rex, e o software Harpia, ave de rapina mais poderosa do país, que teria até a capacidade de aprender com o 'comportamento' dos contribuintes para detectar irregularidades. O programa vai integrar as secretarias estaduais da Fazenda, instituições financeiras, administradoras de cartões de crédito e os cartórios.
6. DIMOF:
Com fundamento na Lei Complementar nº 105/2001 e em outros atos normativos, o órgão arrecadador - fiscalizador apressou-se em publicar a Instrução Normativa RFB nº 811/2008, criando a Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira (DIMOF), pela qual as instituições financeiras têm de informar a movimentação de pessoas físicas, se a mesma superar a ínfima quantia de R$ 5.000,00 no semestre, e das pessoas jurídicas, se a movimentação superar a bagatela de R$ 10.000,00 no semestre. A primeira DIMOF foi apresentada em 15 de dezembro de 2008.
7. DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA JÁ PRONTA PELO FISCO PREVIAMENTE:
O acompanhamento e controle da vida fiscal dos indivíduos e das empresas ficará tão aperfeiçoado que a Receita Federal passará a oferecer a declaração de Imposto de renda já pronta, para validação do contribuinte, o que poderá ocorrer já daqui a dois anos.
8. PRIMEIRA ETAPA JÁ INICIADA EM 2008, 37.000 CONTRIBUINTES:
Apenas para a primeira etapa da chamada Estratégia Nacional de Atuação da Fiscalização da Receita Federal para o ano de 2008 foi estabelecida a meta de fiscalização de 37 mil contribuintes, pessoas físicas e jurídicas, selecionados com base em análise da CPMF, segundo publicado em órgãos da mídia de grande circulação.
9. CRIAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES PATRIMONIAIS DO CONTRIBUINTE:
O projeto prevê, também, a criação de um sistema nacional de informações patrimoniais dos contribuintes, que poderia ser gerenciado pela Receita Federal e integrado ao Banco Central, Detran, e outros órgãos.
10. PENHORA ON LINE:
Para completar, já foi aprovado um instrumento de penhora on line das contas correntes. Por força do artigo 655-A, incorporado ao CPC pela Lei nº 11.382/2006, poderá requerer ao juiz a decretação instantânea, por meio eletrônico, da indisponibilidade de dinheiro ou Bens do contribuinte submetido a processo de execução fiscal.
11. REVISÃO DE PROCEDIMENTOS E CONTROLES CONTÁBEIS:
Tendo em vista esse arsenal, que vem sendo continuamente reforçado para aumentar o poder dos órgãos fazendários, recomenda-se que o contribuinte promova revisão dos procedimentos e controles contábeis e fiscais praticados nos últimos cinco anos.
12. A RECEITA ESTÁ TRABALHANDO MESMO:
Hoje a Receita Federal tem diversos meios (controles) para acompanhar a movimentação financeira das pessoas. Além da DIMOF, temos a DIRPF, DIRPJ, DACON. DCTF, DITR, DIPI, DIRF, RAIS, DIMOB, etc. etc.. Ou seja, são varias fontes de informações.
13. TESTES DO SISTEMA:
Esse sistema HARPIA, já estava em teste há 2 dois anos, e agora está trabalhando pra valer. Com a entrada em vigor da nota fiscal eletrônica e do SPED, que vai começar pra valer em 2009, ai é que a situação vai piorar, ou melhor, melhorar a arrecadação. Todo cuidado é pouco: a partir de agora todos devem ter controle de todos os gastos no ano e verificar se os rendimentos ou outras fontes são suficientes para comprovar os pagamentos, além das demais preocupações, como lançar corretamente as receitas, bens, etc.
Bancos criticam exclusividade do BB no crédito consignado
2010-06-01 17:22
Em audiência na Comissão de Desenvolvimento da Câmara dos Deputados, realizada na última quarta-feira (26), a ABBC ( Associação Brasileira de Bancos) criticou a exclusividade do BB (Banco do Brasil) no empréstimo consignado a servidores públicos.
Para o presidente da entidade, Renato Martins de Oliva, a medida fere a liberdade de escolha do cidadão. “Nós estamos falando é da liberdade do indivíduo escolher o seu fornecedor, é da livre concorrência, da livre iniciativa. É isso que nós queremos discutir, e estamos muito confiantes que a razão está do nosso lado”.
Regulamentação Já na opinião do chefe do Departamento de Normas do Sistema Financeiro do BC (Banco Central), Sérgio Odilon dos Anjos, o problema é a falta de regulamentação, visto que não existe norma específica sobre o crédito consignado.
Ele disse ainda, conforme publicado pela Agência Câmara, que o BC está estudando o assunto. “Eu não estou afirmando nem sim nem não. Nós estamos em meio a análises e estudos, para fazer um diagnóstico da situação, e, se for o caso, adotarmos medidas e propostas regulatórias para corrigir essa eventual ou possível distorção”.
Crédito consignado O crédito consignado movimenta hoje um terço de todo o crédito pessoal no Brasil, o que equivale, segundo a ABBC, há cerca de R$ 111 bilhões.
Na última segunda-feira (24), a Justiça paulista suspendeu a exclusividade do BB na concessão de crédito consignado aos servidores da Prefeitura de São Paulo e outras liminares já foram concedidas contra as prefeituras de Campinas e Guarulhos.
O Banco do Brasil já havia desmarcado uma reunião no início de maio e não compareceu nesta última audiência.
Bancos cobram débitos em empréstimo consignado mesmo de quem já faleceu, apesar da existência de seguro. Cobrança é feita no espólio, o que, para especialistas, é também ilegal
Mesmo depois da morte, o fantasma da dívida em empréstimos consignados continua assombrando os filhos e viúvas de aposentados. Mais de 80% dos 280 mil aposentados e pensionistas que contraíram empréstimos com desconto na folha do Instituto Nacional dos Seguro Social (INSS), somente em março, têm acima de 70 anos já terão ultrapassado a expectativa de vida do brasileiro (72,8 anos) sem ter terminado de pagar o débito. A dívida, parcelada em 50 ou 60 vezes, só acaba quando eles completarem 74 ou 75 anos. Para evitar o prejuízo com a eventual morte do cliente, os bancos estão cobrando a fatura dos herdeiros, habilitando no espólio o débito em aberto. Segundo especialistas ouvidos pelo Estado de Minas, porém, as instituições financeiras não podem cobrar dos filhos.
Com base na antiga Lei Federal 10.046, de 1950, que ainda está em vigor, os empréstimos com desconto em conta morrem junto como dono da dívida. Assim diz a lei, em seu artigo 16: “Ocorrido o falecimento do consignante, ficará extinta a dívida do empréstimo feito mediante simples garantia da consignação em folha.” Os bancos especializados em consignado sabem disso. Tanto é que fazem o seguro do empréstimos e já contabilizam como inadimplência as perdas de crédito por morte do tomador.
Para Lásaro Cândido da Cunha, advogado especializado em direito previdenciário, o seguro do empréstimo cumpre a função de zerar qualquer dívida, já que é usado exatamente para a cobertura em caso de morte. “Como o empréstimo tem seguro, o banco não pode cobrar dos herdeiros”, afirma.
ESTRATÉGIAS Apesar da legislação, estratégias como tentar tomar posse da caderneta de poupança, do imóvel da família ou do pequeno sítio têm sido cada vez mais comuns, à medida em que avança o envelhecimento da carteira. Na prática, a partir do momento que o óbito do cliente é comunicado ao banco, a dívida não é imediatamente encerrada. A partir daí, as instituições financeiras iniciam o processo que está tirando o sono de filhos e viúvas: a cobrança em juízo, a ser paga pelo espólio.
Segundo o INSS, as cobranças estão sendo feitas para dívidas acima de R$ 3 mil. A Instrução Normativa 28, que criou a figura do consignado no Brasil em 2003, não trata dos casos de morte. Alguns dos contratos firmados com os bancos, no entanto, já preveem que as prestações do empréstimo sejam cobradas do espólio. “Entendemos que a legislação federal que estabelece a extinção da dívida no caso de falecimento (Lei Federal nº 1046, de 1950), por se tratar de uma norma específica, ou seja, legislação criada com o objetivo de estabelecer regras para o consignado, deve prevalecer, devendo a dívida ser extinta”, diz Ricardo Vitorino, advogado especializado em defesa do consumidor.
Quando faleceu, aos 94 anos, a pensionista C. devia R$ 95.386,55 ao Banco do Brasil. Dessa quantia, apenas o valor de R$ 1.242,21 se referia à dívida de cartão de crédito. O restante era empréstimo consignado na folha de pagamento do INSS. C. faleceu em 2008 e, em outubro do ano passado, o BB se habilitou no espólio para tentar receber a dívida deixada para os filhos. “O banco usou da esperteza de se habilitar no espólio, fazendo passar a dívida consignada deixada pela minha mãe como um empréstimo comum”, afirma o empresário J.L., um dos oito filhos da pensionista. “A única maneira de o banco cobrar é se todos os herdeiros concordarem em pagar”, alerta a advogada da família, Letícia Ateniense.
"O banco é obrigado a efetuar a cobrança dos créditos inadimplentes. O caminho é ingressar em juízo para receber do espólio", alega o gerente regional de negócios da Caixa Econômica Federal, Flávio Felicíssimo. Ele reforça que, para o banco, a dívida não é encerrada, cabendo à instituição financeira avaliar o custo-benefício da cobrança.
Com quase 80 anos, o marido da viúva L.M. havia contraído em vida dívidas no valor de R$ 69 mil, montante cerca de 20 vezes superior a aposentadoria de aproximada de R$ 3 mil. O aposentado devia a seis instituições diferentes, sendo três bancos e três financeiras. A dívida se tornou uma bola de neve, a ponto de um empréstimo ser contraído para quitar outro. Após a morte do marido, o maior temor da viúva era ter a pensão, única fonte de renda, bloqueada.
"Imediatamente, enviei a todos os bancos uma carta, comunicando o falecimento do aposentado. A partir daquele momento, as dívidas foram encerradas", aponta o advogado da família, Antônio Carlos Teodoro. Segundo ele, alguns dos empréstimos foram assumidos pelo aposentado já no início da doença de alzheimer. Teodoro, também especialista em direito do consumidor, afirma ainda que o empréstimo consignado é um contrato de risco e por isto, a possibilidade de ser encerrado antes do fim das parcelas deve ser calculada pelos bancos.
DIREITO LEGAL O Banco do Brasil opera com o seguro prestamista, que quita o saldo devedor em caso de morte do tomador do empréstimo. A modalidade vale para o público entre 16 anos e 65 anos, mas não inclui os mais velhos. "Acima dessa faixa de idade, a operação é contratada com risco do banco, que busca a regularização do crédito pelas vias de direito legal", reforça o BB em nota oficial.
A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste) aponta que as prestações a longo prazo e a expansão do empréstimo com desconto em folha também para funcionários públicos amplia as possibilidades de problema com o crédito. "Em caso de morte, as dívidas em aberto já estão sendo cobradas das famílias", aponta Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da entidade. A dívida em aberto pode ser cobrada até o valor do patrimônio deixado para o espólio. O Código de Processo Civil brasileiro aponta que a caderneta de poupança só poderá ser penhorada acima de 40 salários mínimos. Os salários, pensões, proventos de aposentadoria também são bens impenhoráveis, assim como o seguro de vida, a residência e a pequena propriedade rural.
25/05/2010 (18:50) EMPRÉSTIMO INDEVIDO: APOSENTADO DE UMARI RECEBERÁ INDENIZAÇÃO DO BANCO BMC Por: Luciano Augusto
Uma decisão da juíza Verônica Magalhães Costa de Moraes, da Comarca de Umari (430 km de Fortaleza), condenou o Banco BMC S/A a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 3 mil ao aposentado R.G.S., vítima de fraude em um empréstimo bancário.
Segundo os autos do processo, o aposentado foi até uma agência do Bradesco, na cidade de Umari, sacar o dinheiro da sua aposentadoria, em janeiro de 2009, e constatou que havia um desconto em seu salário no valor de R$ 82,98 referente a um empréstimo consignado de R$ R$ 2.445,00 a serem pagos em 60 parcelas.
R.G.S. alegou não ter feito nenhum tipo de contrato financeiro. Afirmou ainda que foi vítima de terceiros e que já havia sofrido descontos em sua aposentadoria num total de cinco prestações.
A instituição bancária argumentou que atendeu a todos os requisitos determinados pelos órgãos de fiscalização e não viu nenhum indício de fraude na contratação do empréstimo. O banco ressaltou ainda que, na hipótese de má-fé, também se considera vítima.
A juíza Verônica Magalhães Costa de Moraes, em sua decisão, considerou que “age culposamente a financeira, quando concede empréstimo sem a indispensável e eficaz conferência de documentação apresentada pelo cliente, que se utiliza de dados de terceiro. E a instituição ostenta condições financeiras suficientes para suportar as consequências de sua postura contrária ao Direito”.
O dono de um açougue foi surpreendido pela entrada de um cão no seu estabelecimento. Enxotou-o, mas o cão voltou logo em seguida. Ao tentar espantá-lo mais uma vez, reparou que o cão trazia um bilhete na boca. Ele pegou o bilhete e leu: - Pode mandar-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor? O cão trazia também dinheiro na boca, uma nota de 50 euros. O açougueiro pegou o dinheiro, pôs as salsichas e a perna de carneiro num saco e colocou tudo na boca do cão. Este começou a descer a rua e, quando chegou ao cruzamento, depositou o saco no chão, pulou e apertou o botão para o sinal ficar verde. O açougueiro ficou realmente impressionado. Como já estava na hora, decidiu fechar a loja e seguir o cão. Este atravessou a rua e caminhou até uma parada de ônibus, sempre com o açougueiro a segui-lo. Esperou pacientemente com o saco na boca que o sinal fechasse e pudesse atravessar. Na parada, o cão sentou-se no banco, esperando o ônibus. Quando um chegou, o cão foi até à frente para conferir o número e voltou para o seu lugar. Outro ônibus chegou e ele tornou a olhar, viu que aquele era o número certo. O açougueiro, boquiaberto, seguiu o cão. Mais adiante este levantou-se, ficou em pé nas duas patas traseiras e apertou o botão para mandar parar o ônibus, tudo isso com as compras ainda na boca. O açougueiro e o cão saltaram e foram caminhando pela rua até que o cão parou à porta de uma casa e pôs as compras no passeio. Então virou-se um pouco, correu e atirou-se contra a porta. Tornou a fazer o mesmo mas ninguém respondeu. Então contornou a casa, pulou um muro baixo, foi até à janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Caminhou de volta para a porta e, de repente, um cara enorme abriu a porta e começou a espancar o bicho. O açougueiro correu até ao homem e impediu-o dizendo: "Deus do céu homem, o que é que você está fazendo? O seu cão é um gênio!" O homem respondeu: "Um gênio? Esta já é a segunda vez, esta semana, que este cão estúpido se esquece da chave!".
Moral da história?
Você pode exceder todas as expectativas, mas a sua avaliação depende sempre da competência de quem avalia.
Vem até você com a Palestra: Desenvolvendo o seu verdadeiro potencial.
Voltada para pessoas e organizações que buscam formas de se destacar em seus mercados. Tenha uma visão de como desenvolver lideres, novas habilidades, trabalho em equipe, atividades positivas e o desenvolvimento pessoal na construção de empresas e carreiras sólidas.
Juazeiro do Norte - 06 de abrilde 2010 Horário: 19h Local: Palácio da Microempresa do Cariri - Juazeiro do Norte/CE Informações e inscrições: (88) 3212 3322 / (88) 3523 2025 / 9880 9619 0257
Fortaleza - 07 de abril de 2010 Horário: 19h Local: Centro de Negócio do Sebrae - Fortaleza/CE Informações e inscrições: (85) 3270 3870 / 0800 570 0800
O Plenário do Conselho Nacional de Previdência Social, em sua 159ª Reunião Ordinária, realizada em 28 de outubro de 2009, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991.
Considerando a necessidade de estabelecer critérios que permitam a redução da taxa de juros praticada nos empréstimos consignados a aposentados e pensionistas do INSS;
Considerando a necessidade de se ter um maior controle e a melhoria do acesso ao crédito consignado; e
Considerando a manifestação dos conselheiros no sentido de dar maior segurança ao segurado no momento da contratação do empréstimo consignado, O plenário do Conselho Nacional de Previdência Social resolveu:
Art. 1º Recomendar que seja encaminhada ao Banco Central, órgão em cuja competência encontra-se a supervisão e regulação do sistema financeiro, correspondência propondo que a margem de remuneração máxima dos correspondentes bancários, contratados pelos bancos que ofertam crédito consignado ao aposentado e pensionista do INSS, seja fixada em até dez por cento (10%), conforme recomendação da Associação Brasileira de Bancos - ABBC.
Art. 2º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Comunicamos que todas as “recompras” referente ao cartão BMG Máster terão que ser digitadas com o produto 2194, pois identificamos um grande volume de operações referente à este produto digitado como recompra normal no produto 2110, por favor fiquem atentos!
ATENDIMENTO A CLIENTES DE CARTÕES BMG MASTER - 10/02/2010
Segue os procedimentos que deverão ser adotados relativos ao produto cartão de crédito BMG Master, bem como as orientações que deverão ser repassadas aos clientes. ORIENTAÇÕES:
• O cliente deve ser orientado a entrar em contato com a Central de Atendimento do Cartão BMG MASTER e/ou SAC do Cartão BMG MASTER, que funcionam 24 horas por dia, 7 dias por semana, o que facilita os contatos fora do horário comercial, horário este de maior fluxo.
• O cliente só conseguirá realizar o cancelamento do cartão, liberação de margem, refinanciamentos de divida do cartão, consultas de saldos, entre outras informações do cartão, através das centrais de atendimento do BMG Master, sendo as ligações gravadas e arquivadas para qualquer eventualidade. NÃO HÁ OUTRO MEIO PARA A REALIZAÇÃO DESTE PROCEDIMENTO.
• Orientar o cliente que a liberação da margem só é concluída após a quitação total de eventual saldo devedor do cartão.
Telefones das Centrais de Atendimento: Cartões BMG Master
Os clientes que possuem os Cartões Sênior Aura que solicitarem qualquer informação ou cancelamento deste produto, devem entrar em contato, exclusivamente, através dos telefones: • Disque Sênior: 0800 726 0726 • Atendimento Deficiente auditivo: 0800 726 0604 • SAC 0800 286 8877 Ou através do site www.cetelem.com.br.
O pedreiro Sidnei (à esq.), 34 anos, e o executivo Marcelo, 32: uma decisão de carreira fora do comum
Em maio do ano passado, o engenheiro civil mineiro Marcelo Miranda, de 32 anos, voltava de uma temporada de quase dois anos de estudos na Universidade Stanford, na Califórnia, onde fazia mestrado em administração e negócios, para um ciclo de entrevistas de emprego no Brasil. Como queria regressar ao país após a conclusão do curso, ele vinha mantendo contato com amigos e ex-colegas de trabalho.
Antes mesmo de desembarcar no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, tinha 17 conversas agendadas com executivos de grandes multinacionais. No final de sete dias de reuniões, cafezinhos, almoços e jantares, Marcelo recebeu 13 propostas de emprego para trabalhar em grandes empresas brasileiras e multinacionais com escritório no país. Marcelo, no entanto, acabou optando por trabalhar numa empresa pequena, desconhecida e cuja sede fica em Porto Velho, Rondônia — a construtora BS, fundada pelo catarinense Sidnei Borges dos Santos, de 34 anos, que começou a vida como pedreiro.
O salário atual de Marcelo é 40% mais baixo do que a média das ofertas que ouviu. Os benefícios, bem mais magros — nada de carro, a que teria direito como executivo de uma grande empresa, de bônus polpudos ou pacote de ações por resultados.
Apesar da pouca idade, Marcelo tem um currículo respeitável. Do tipo que faz brilhar os olhos de qualquer profissional de recursos humanos. Ele é formado por uma boa escola, a Universidade Federal de Minas Gerais, e tem vivência no exterior, estudou recentemente nos Estados Unidos e passou quatro anos no Iraque, onde seu pai esteve a trabalho. É fluente em inglês e já ocupou posições de liderança bastante desafiadoras pelas empresas por onde passou — Andrade Gutierrez, MRV e Caenge, obtendo bons resultados em todas elas.
Até agora, sua trajetória de carreira se assemelha à de milhares de jovens profissionais que souberam aproveitar as oportunidades que tiveram. Marcelo não vem de uma família rica, seu pai é um consultor que criou os três filhos sem grandes extravagâncias, nem teve “padrinhos” que lhe abrissem as portas do mercado de trabalho. Tudo que conseguiu foi pelo seu esforço e próprio mérito.
O engenheiro abriu mão do status de executivo na maior vitrine profissional do país para se juntar a um empreendedor visionário, que criou um método de construção inovador, usando moldes, como se fossem formas de bolo, para construir casas pré-fabricadas de 36 a 120 metros quadrados. O menor módulo custa 40 000 reais. O maior sai por 250 000 reais. O sistema de produção se assemelha ao deuma linha de montagem de carros. Com esse sistema, a BS Construtora, fundada em 1994, fabrica atualmente 19 casas por dia. A decisão de Marcelo de se juntar a Sidnei é emblemática, pois quebra alguns paradigmas.
O primeiro deles trata da percepção de que as maiores oportunidades de carreira estão nas grandes corporações. Centenas dos melhores profissionais que saem das universidades brasileiras consideradas de primeira linha pelo ranking do Ministério da Educação se engalfinham na seleçãodos programas de trainee, cujo foco é rejuvenescer a liderança nas empresas. No ano passado, o programa de trainee da AmBev teve 60 000 candidatos, o da Unilever teve 48 000 inscritos e o da Natura, cerca de 20 000. O segundo paradigma que a decisão de Marcelo contradiz é o de que as melhores oportunidades estão nas grandes metrópoles, principalmente nas grandes cidades da região Sudeste. A descentralização de empresas e empregos que está em curso no Brasil tem aberto mais postos de trabalho— para técnicos e executivos — fora do eixo Rio-São Paulo, principalmente no Norte e Nordeste do país.
A opção de Marcelo pela BS também vai de encontro à percepção de que as melhores oportunidades de aprendizado profissional estão nas multinacionais e nas grandes empresas nacionais. As pequenas e médias empresas brasileiras, que são as maiores empregadoras do país, vêm se profissionalizando em uma velocidade cada vez maior. Elas oferecem atualmente ótimas condições de crescimento e desenvolvimento, muitas vezes com maior autonomia operacional e de tomada de decisão do que nas empresas maiores. Por último, Marcelo escolheu trabalhar em uma construtora cujo foco são as classes de baixa e média renda no Brasil, um segmento econômico em expansão, em que a maioria das empresas deseja conquistar clientes.
Abaixo seguem instruções importantes sobre a liberação do BMG Consig para digitação de contratos de aumento do salário mínimo.
Em virtude do reajuste que incidirá sobre os benefícios dos Aposentados e Pensionistas do INSS, a partir de janeiro de 2010, informamos que o BMG Consig já se encontra disponível para o cadastramento de operação complementar, visando o enquadramento da margem consignável que será liberada.
Informações extra-oficiais dão conta de que os Aposentados e Pensionistas que recebem o benefício de 1 (um) salário mínimo, terão reajuste de 8,70%, passando dos atuais 465,00 para 505,00. Para aqueles cujo benefício é maior que o mínimo, o reajuste será de 6,2%.
Dessa forma, aqueles que recebem o salário mínimo e NÃO possuem RMC ativa (30% empréstimo), passarão a contar com uma margem adicional de, aproximadamente, 12,00 (doze reais). Para os que têm RMC ativa (20% empréstimo), o reajuste representará um aumento de margem no valor de 8,00 (oito reais).
Os critérios para a realização da operação complementar são os mesmos adotados para a realização de uma nova operação. O cadastramento da operação será através do BMG Consig, no serviço “Margem Complementar”.
As operações digitadas nesse serviço ficarão represadas na consistência 160 – Aguardando liberação aumento salário mínimo. A partir de janeiro/2010, quando o reajuste já estiver em vigor, essas operações serão enviadas para averbação.